Sexta-feira, Maio 25, 2012

Pérolas da Semana

Segunda - Novo sucesso de Michael Jackson: Eu quero Xu, eu quero Xa.

Terça - Depois do Instagram, vem aí o aplicativo para placas de jardim, o Nãopisenagram

Quarta - Basta pararem alguns metrôs pra causar uma fila de vários quilometrôs

Quinta - A Grazi tinha feito o BBB e agora fez BB

Sexta - No ABC, os principais bancos são o Santander, Sanbernarder e Sancaetaner

Quarta-feira, Maio 23, 2012

Cacildis!


Eficiência nos 5 p's do Marketing. Só que ao contrário.


Poucos sabem, mas já fui um empreendedor do ramo de publicidade. Tive uma agência de propaganda juntamente com mais 1 sócio que, como eu, era da área de criação. O grande problema é que nossa pouca, para não dizer nenhuma, experiência em administrar provocou o fechamento da empresa em pouco mais de 2 anos de atividades. E vou tentar explicar o motivo disso através da análise dos 5 p’s do Marketing.

Produto – Nosso produto era publicidade, talvez o único ponto forte da agência. Problema é que tínhamos clientes provindos das catatumbas do inferno do mal gosto mercadológico e da terra infértil da ausência de recursos financeiros para viabilizar uma campanha eficiente. E não sei se pela nossa cara de trouxa ou por sermos iniciantes, atraíamos empresas falidas, ONGs malditas, espertalhões, novos empresários recém-saídos de um curso mequetrefe de 5 horas no Sebrae e Caça-Permutas. Resultado: Peças publicitárias com mais cores que o Restart na loja da Suvinil, maior quantidade de “profissionais qualificados” e “foco no resultado” por mm2 e logotipo com mais destaque do que carro alegórico explodindo purpurinas fluorescentes e piscantes.

Preço – Não é preciso dizer que nem uma prostituta extremamente avariada abriria tanto as pernas do que uma agência nova e sem capital. E não fugimos à regra. No começo até batíamos o pé para praticarmos um preço justo em troca de qualidade e até ressaltávamos isso na definição de Missão, Visão e Valores. Mas na necessidade de termos dinheiro em caixa aceitávamos negociações estapafúrdias. Até mercadorias Made in China importadas do Paraguai viravam moeda e entravam nos cofres da empresa. E isso nos levou a um caminho tenebroso e sem volta: tornamo-nos uma agência de cartões de visitas, convite de festas de sobrinhos de clientes e panfletos para distribuição em vias públicas.

Promoção – Promoção? Que promoção? Leia o capítulo acima e veja se era possível algum atrativo extra? Nem pensar. Nossa rotina já era promocional.

Praça – Escolhemos à dedo os espaços físicos.  Mais especificamente os 2 primeiros locais que nos fizeram perder 2 potenciais e ótimos clientes. O primeiro em uma casa (?) que eu poderia descrever em diversos detalhes sórdidos, mas fixarei em apenas 1: no andar de baixo morava um ser que adorava funk em alto volume. Sim, amigos, dividíamos a agência com uma espécie da fauna boladona, popozuda e tchutchuca. E o pior: ele ouvia as músicas que não fizeram sucesso, que mais se assemelhavam ao urro de dor de um cramunhão desafinado e com câncer de laringe. E o cliente que perdemos era uma grande Rede de Supermercados. Tudo estava indo bem. O cliente gostou da qualidade criativa, dos preços, do atendimento. Até que perguntou onde era a agência. E ele conhecia o local.

O segundo local era em Campinas, mas em uma casa situada em bairro residencial. Não vou descrevê-la. Citar o ocorrido com o cliente já é o bastante. Estávamos prospectando uma Universidade de renome. Marcamos a reunião e a profissional imediatamente abaixo do Reitor falaria comigo. Deixamos tudo impecável. E ela chega com seu veículo importando de centenas de milhares de dólares. E nessa hora começou o campeonato de bairro dos jovens jogadores de rua. Dezenas de crianças arruaceiras chutavam bolas sem destino e gritavam sem medo de serem felizes. E o carro da Vice-Reitora estava no meio do estádio. Consegui contornar a situação e a reunião aconteceu. Com boas perspectivas. Até que acompanhei-a até a porta e 2 fatos arruinaram a relação: uma bolada no vidro do carro (por sorte não quebrou) e um pagode no bar ao lado da agência (sim, tinha um bar ao lado da empresa). E não era aquele pagode que você vê em clip, com pessoas saradas, bonitas e sãs. Não é preciso dizer mais nada, concordam?

Pessoas – Uma empresa de sucesso é feita de colaboradores eficientes e talentosos, certo? Sim, mas como não tínhamos condições de contratá-los, fomos obrigados a dançar conforme o ritmo. Resultado: Selecionamos pessoas exóticas nesse tempo. Alguns que mal sabiam ligar o computador, outros que mal sabiam discernir publicidade de física quântica, mais alguns que tinham acervo ilimitado e bizarro de desculpas para faltar no trabalho, sem contar os que necessitavam de cuidados especiais, por serem extremamente imbecis.

Enfim, esses pequenos alertas fizeram com que decidíssemos pelo fim da agência. Kotler deve estar repensando seus conceitos.

Sexta-feira, Maio 18, 2012

Pérolas da Semana

Segunda - The e-book is on the tablet

Terça - Se você escrever em um papel: "Passe isso para 5 amigos e receberá uma graça" e depois colocar na tomada, tem-se uma Corrente Elétrica

Quarta - O presidente da Assolan é OMOfóbico

Quinta - Existe uma pessoa entre Marcos Winter e Donna Summer: a prima Vera

Sexta - Galileu Galilei tinha um irmão analfabeto e marginal, o Galinãoleu Galiforadalei

Terça-feira, Maio 15, 2012

Embarcando em uma BARSA furada


Poucos sabem, mas um dia já fiz parte da equipe do Barsa. Infelizmente não é do Barcelona que estou falando e, sim, das Enciclopédias Barsa. Sim, meus caros leitores, já fui um legítimo vendedor de Barsa. Era uma época em que estava desempregado, um pouco desiludido e extremamente avariado financeiramente. Fui ingenuamente atraído por um anúncio de dinheiro rápido e estabilidade financeira. Até tive a oportunidade de abandonar no momento que revelaram do que se tratava, mas abri mão do preconceito e resolvi assumir esse desafio. E a partir daí, minha personalidade ganhou rótulos e experimentei sensações únicas e deveras constrangedoras. E olha que essa aventura durou menos de 1 mês. Por isso, enumerei 5 contras de se trabalhar em empresas de Marketing Direto, o famoso porta a porta, especificamente da Barsa.

1 – Lavagem Cerebral – Através de gritos, discursos calorosos e às vezes até umas lágrimas, a alta cúpula consegue te convencer que vender Barsa vai mudar sua vida e você será uma pessoa bem sucedida, morando na mansão do seu sonho, viajando 3 vezes por semana e tendo tudo que deseja. E tudo isso de uma forma muito simples pois, segundo eles, vender Barsa é tão fácil como fazer a Carolina Dieckmann clicar em link de spam. E mesmo observando nuances como ver que o Gerente andava de Fusca, rejeição histórica do produto e concorrência desleal da internet, alto índice de desistência dos candidatos, caras de bobo e loser dos que seguiam adiante e palestra que mais parecia uma sessão de auto-ajuda ou descarrego, você se deixa levar pela crença que seus dias de pobreza terminarão.

2 – Família Barsa – Como anteriormente citado, a alta cúpula fazia de tudo para te convencer que estava representando um produto que é sonho de consumo de todos. Imagine a fusão de um pastor evangélico com um político e o Coronel Nascimento do Tropa de Elite. Esse era o perfil do Gerente da bagaça. Ele queria transformar os novos vendedores em uma verdadeira família, com direito a grito de guerra e hino. Nem escoteiro pagava tanto mico. Fazer parte dessa “família” não foi nem um pouco motivo de orgulho. E olha que ainda escapei da convenção semestral de todos os representantes, provavelmente um evento que reuniria a nata das espécies exóticas da humanidade, com vídeos toscos produzidos no power point, trilha sonora meio KennyG, meio We are the champions e discurso mais longo que todo o conteúdo da Barsa.

3 – Rejeição da família e amigos – A pior parte. No começo, quando você comunica que está representando a Barsa, algumas pessoas próximas fazem aquela cara de quem comeu jiló com aspargo light. Meu sogro e sogra denunciavam em seus semblantes a indagação: Meu Deus, onde minha filha está se metendo? Outras desconversam e os mais chegados mesmo, como pais, irmãos e grandes amigos até dizem que darão a maior força e ajudarão nas vendas. Mas é só a primeira reação. Quando botei a mão na massa e resolvi fazer os contatos para iniciar as vendas, amigos desapareciam, parentes me evitavam e até meus pais renegavam a paternidade, como se seu filho estivesse no mundo das drogas. Até ouvia em meu inconsciente minha mãe lamentando: O que eu fiz de errado?

4 – Rejeição do mercado – Já que de familiares e amigos não conseguiria nada, sai para as ruas. E cheio de empolgação, decidi que faria uma importante e longa avenida comercial de Campinas. No mínimo visitaria 100 estabelecimentos e provaria ao mundo que seria digno de um destaque na Revista Mensal da Barsa. Já na primeira loja eu ouço, ao longe, o proprietário comentar: “PQP, só me faltava essa receber um merd%^^$$ de um filho da p#$@# de vendedor de Barsa. Manda ele tomar no c&%$$#. Normal, foi só um primeiro “não”. Não vou aqui entrar em detalhes das 100 visitas, mesmo porque parei na de número 17 depois de alguns “Desculpa, não me interessa”, “Tá louco que vou pagar mais de 600,00 por uma merda dessa quando posso pesquisar pela internet?”, “Já tenho”, “Some daqui” e “Volta daqui 3 meses”.

5 – Autoestima arrasada – Seu chefe cobrando resultado com a delicadeza de um rinoceronte bipolar em um ringue de MMA, sua família e amigos te rejeitando, você rotulado como um loser pelo mercado e seu Curriculum com um espaço em branco, pois queimaria o filme citar que foi vendedor de enciclopédia. Não desmerecendo os companheiros de trabalho, já que é um trabalho digno, mas porque em 27 dias de trabalho eu consegui a incrível marca de....deixa eu fazer as contas....hum.... NENHUMA FUCKING BARSA VENDIDA.

Sexta-feira, Maio 11, 2012

Entrevista Entre o Bem e o Mauro - parte 1

Entrevista Entre o Bem e o Mauro - parte 2

Entrevista Entre o Bem e o Mauro - parte 3

Entrevista Entre o Bem e o Mauro - Final

Pérolas da Semana

Segunda - Esses dias assisti Nosso Lar. Achei o lugar tão chato que quando morrer prefiro ir ao Nosso BAR.

Terça - Um atleta nu anda De Speedo

Quarta - O clipe do Alexandre Pires não devia ser processado por racismo e, sim, por ser ruim.

Quinta - A comida preferida do Saci é a SACIcha

Sexta - Após conhecer os noruegueses, Freud os classificou em 3 tipos: Noruego, Norusuperego e NoruID.

Sexta-feira, Maio 04, 2012

Pérolas da Semana

Segunda - Dica para parar o Neymar: quando ele estiver cara a cara com o gol, diga: eu quero tchu, eu quero tcha...Ele esquece a bola e dança o passinho.

Terça - Se o Mano Menezes convocar árvores, espécies da fauna e rios para a Copa, teremos uma seleção natural

Quarta - A mulher invisível tem um parente transexual e muito sincero, o transparente

Quinta - Uma mulher tentou entrar sem pagar em um baile em Assunción, Capital del Paraguay, e o segurança gritou: Caloteeeeeeeeeiiiiiraaaaaaaa

Sexta - No velório do Tinoco foram só 3 pessoas. Fui eu e o Chico Mineiro. Também foi o capataz.

Quarta-feira, Maio 02, 2012

10 dicas para parar Neymar


Neymar é certamente um grande fenômeno do esporte e um dos maiores enigmas é de como vencer sua habilidade com a bola e parar as suas jogadas. Como sou legal, vou oferecer meus préstimos aos clubes sem cobrar um centavo sequer:
Dica 1 - Quando ele estiver cara a cara com o gol, diga: eu quero tchu, eu quero tcha...Ele esquece a bola e dança o passinho.
Dica 2 - Quando ele chegar na frente do gol, peça para ele twittar sobre a jogada. Ele esquece a bola e o zagueiro salva.
Dica 3 - Quando ele estiver para fazer o gol, pegue o joystick e finja que controla o jogador. Aperte o X com muita força e ele vai isolar a bola.
Dica 4 - Quando ele passar pelo goleiro e só o gol estiver na sua frente, chame uma mulher com um bebê nas mãos. Ele larga a bola e vai carregar o filho. E ainda chamará o Ganso de padrinho.
Dica 5 – Quando ele fizer fila pelos zagueiros e estiver prestes a marcar mais um, grite: Corta! Acostumado a milhares de comerciais, ele vai parar a jogada e você desarmará ele.
Dica 6 – Quando ele chapelar o zagueiro e estiver livre para estufar a rede, questione-o: qual o passinho para esse gol? Ele largará tudo que estiver fazendo para criar a coreografia.
Dica 7 – Quando ele estiver na eminência de um gol de placa, diga: Seu pai não aprovaria um gol assim. Que tal chutar com o joelho? Ele se atrapalhará e perderá o gol mais feito de sua vida.
Dica 8 – Quando ele se esquivar da entrada estilo guilhotina do zagueiro e estiver com um mundaréu de rede em sua frente, grite: cara, porque o seu moicano está desse jeito? Ele larga tudo, procura um espelho e você pode evitar o gol.
Dica 9 – Quando ele costurar a zaga e chegar à grande meta, organize uma invasão de repórteres, pagodeiros, zagueiros do Barcelona, sósias do Neymar, 688 meninos da Vila e fãs enlouquecidas. Ele se perderá e a bola fica suave para o goleiro.
Dica 10 – Quando ele se aproximar para driblar o primeiro marcador, combine com todo o time de deixar o caminho livre para o gol. Ele não terá quem driblar e ficará desorientado. Uma presa fácil
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